17 de jul de 2014

Escolas e parte do comércio não abrem após ataques em Amargosa; segurança é reforçada

Redação Portal Clériston Silva PCS 

Comércio fecha as portas em clima de insegurança em Amargosa

Escolas da rede municipal e estadual da cidade de Amargosa suspenderam as aulas nesta quinta-feira (17) após a série de ataques que aconteceu na noite de quarta-feira (16), após a morte de uma criança de um ano.

Parte do comércio amanheceu fechado no centro. Nos bairros, algumas lojas arriscaram abrir as portas, embora o movimento seja fraco. Mesmo com o reforço da tropa da Polícia Militar, moradores afirmam que ainda não se sentem seguros.

"A sensação de insegurança ainda é grande. Nós abrimos porque é uma padaria de bairro, mesmo assim, o movimento está fraco, e deve permanecer assim nos próximos dias", disse um comerciante, que preferiu não se identificar.

Moradores apontam um policial civil como o responsável pelo tiro que atingiu a menina, no bairro Catiara, que fica na entrada do município.

35 policiais reforçam a segurança na cidade

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), após uma determinação da Corregedoria, a arma do policial que participou da operação e de quem teria partido o tiro que atingiu a criança, foi apreendida. A arma foi já foi encaminhada para perícia no Departamento de Polícia Técnica (DPT). O local onde ocorreu o episódio também passará por perícia.

O secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, foi para a cidade onde se reuniu com as autoridades locais às 11h. O diretor do Departamento de Polícia do Interior (Depin), delegado Moisés Damasceno, e a corregedora-chefe da Corregedoria da Polícia Civil (Correpol), delegada Heloísa Campos de Brito, já estão em Amargosa apurando os fatos.

Além do efetivo da cidade, mais 35 policiais civis, entre delegados e investigadores, e várias equipes da Polícia Militar, inclusive do Batalhão de Choque, também estão na região para prender suspeitos e ouvir testemunhas e o policial envolvido.

O secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, foi para a cidade

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