24 de set de 2013

Araci e Tucano recebem profissionais do Mais Médicos

Redação Portal Clériston Silva PCS

Os 57 profissionais do programa federal Mais Médicos que atuarão no interior baiano foram encaminhados na manhã desta segunda-feira (23) aos municípios onde vão trabalhar. Eles partiram da sede da União dos Municípios da Bahia (UPB), no Centro Administrativo, após uma coletiva de imprensa que foi concedida no auditório do órgão pelo secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, que acompanhou dois grupos até os municípios de Araci e Tucano.

Outros dois médicos estrangeiros vão atuar em Salvador, totalizando 59 médicos do programa disponibilizados para a Bahia. Dos profissionais que seguem para o interior, 56 são formados no exterior, dos quais 29 já estão credenciados para atuar no Brasil, além de uma brasileira.

A médica cubana Dâmara Morejon vai trabalhar no município de Araci. “A expectativa é grande e esperamos muito carinho da população. Sempre existe uma ansiedade, mas estamos preparados para enfrentar o desafio com muito amor e dedicação”.

Solla afirmou que a Bahia é o estado que conseguiu maior número de registros provisórios já liberados para que os médicos estrangeiros comecem a trabalhar no Brasil. “Quase a totalidade das pendências está sendo regularizada e os demais registros serão concedidos o mais rápido possível”.

A secretária estadual de Relações Internacionais, Suzana Sá, destacou que os médicos estrangeiros, trazendo conhecimento e experiência, “estarão contribuindo para superar as dificuldades e carências que estamos vivendo”.

Adaptação - Os médicos concluíram na última sexta-feira (20) o período de adaptação, quando receberam informações sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e os municípios onde vão atuar. Os profissionais vão compor as equipes das unidades de saúde da família e prestar atendimento exclusivo na atenção básica.

O programa faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, que prevê também mais investimentos em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de levar mais médicos para regiões onde há escassez e ausência de profissionais.

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