23 de abr de 2018

Combate da gripe H1N1 será debatido na Assembleia Legislativa da Bahia nesta terça (24)

Redação Portal Cleriston Silva PCS

A gripe H1N1 tem preocupado os parlamentares baianos dada a repercussão de casos. A Bahia já registrou 12 mortos pela doença e aproximadamente 96 pessoas apresentaram sintomas, de acordo com a secretaria da Saúde da Bahia. Nesse contexto na busca por um debate que venha nortear os trabalhos do legislativo como forma de ajudar a fomentar ações junto ao poder Público que visem combater a proliferação do vírus, a Comissão da Saúde da Assembleia Legislativa realizará uma audiência pública na próxima terça-feira (24). A medida foi de autoria do presidente do colegiado, deputado estadual Alex da Piatã (PSD).

“A ideia é chamar os técnicos da secretaria da Saúde do Estado para que possam nos explicar o real cenário da gripe no Estado e quais ações estão em andamento para a prevenção. Temos que ter noção para podermos propor ações que ajudem a amenizar um eventual crescimento do H1N1 na Bahia”, disse Alex. Foram confirmados casos de H1N1 em 16 municípios e os óbitos ocorreram em cinco deles. Salvador registrou oito (8) óbitos. Os outros municípios foram Camaçari (1); Lauro de Freitas (1); Saúde (1) e Serrinha (1).

Vacinação - A audiência coincide com o período de início da vacinação contra o H1N1 de grupos prioritários. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa no dia 23 de abril e termina 1º de junho, tendo o dia 12 de maio como o Dia D de mobilização nacional. Este ano, acontecerá a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que tem por objetivo reduzir as complicações, internações e a mortalidade decorrentes das infecções trazidas pelo vírus da influenza.

De acordo com a Sesab, a meta é de vacinar 90% do público alvo, formado por 3,6 milhões de pessoas dos grupos prioritários: indivíduos com 60 anos ou mais; crianças de seis meses a menores de cinco anos; gestantes e puérperas (até 45 anos dias após o parto); trabalhadores da saúde; professores; povos indígenas; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

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