24 de abr de 2017

São Gonçalo dos Campos: Ex-prefeito troca farpas com atual sobre hospital

Redação Portal Cleriston Silva PCS

O Hospital Municipal de São Gonçalo dos Campos virou motivo de guerra entre o atual prefeito Carlos Germano e o ex-gestor Antônio Dessa, conhecido como Furão. Na última semana, Germano publicou fotos da unidade com centro cirúrgico reformado e afirmou que recebeu o equipamento em estado caótico.

Em reação à declaração, Furão divulgou uma carta atacando o atual mandatário. Conforme publicação do site Rota da Informação, na resposta a Carlos Germano, o ex-prefeito disse ter sido ele quem divulgou amplamente que o referido centro cirúrgico entraria em reforma. "Reforma esta para substituição da sua parte elétrica, do piso e revestimento das paredes. A enfermeira “Stefany” que hoje é sua esposa sabe disso. Pois, ela era uma das enfermeiras do centro cirúrgico", alfinetou Furão.

"Você, prefeito, é um criminoso. Ao invés de concluir a reforma do centro cirúrgico, colocou a médica que passou no concurso para ser plantonista, para atender como dermatologista e realizar procedimentos em uma das salas do centro cirúrgico que está interditado para reforma", acusou o ex-prefeito.

"Só para salientar, quando deixei a prefeitura a (sic) mais de seis meses, deixei o hospital com todos os seus serviços e aparelhos em funcionamento. Podendo facilmente ser comprovado por documentação de alimentação do sistema do SUS que tenho em mãos. O que intriga a todos é que só 4 meses depois de sua posse o prefeito vem se queixar disso", diz Furão.

Após relatar casos de pacientes que procuraram o hospital e saíram reclamando por conta das condições encontradas, Furão volta a alfinetar o atual gestor: "O prefeito tem que ter a humildade de admitir que ainda não teve a competência necessária para reorganizar a saúde do município". Segundo Furão, que foi afastado da prefeitura e substituído por seu vice conhecido como Ninho nos últimos meses da administração, a gestão atual já recebeu dos governos federal e estadual R$ 22 milhões e questiona o uso dos recursos.

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