10 de set de 2016

Após três meses, polícia mantém investigações no crime que abalou Santaluz

Redação Portal Cleriston Silva PCS

Para muitos, a data de hoje (10/9) pode passar despercebida. Trata-se apenas de mais um dia no calendário…

O mesmo, porém, não pode ser dito aos moradores da cidade de Santaluz – na microrregião de Serrinha -, e familiares do professor Edivaldo Silva de Oliveira, de 32 anos. Há três meses, a cidade foi palco de um crime bárbaro, que até hoje, não teve o seu desfecho total.

Na ocasião, um carro – modelo HB20- foi encontrado, em chamas, às margens da BA 120. Equipes da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal foram acionadas. Após o fogo ser controlado com o auxílio de um carro-pipa, os policiais encontraram os dois corpos no porta-malas do veículo.

Um deles foi identificado como sendo do professor Edivaldo Silva de Oliveira, de 32 anos, proprietário do carro. A residência onde morava foi encontrada pela polícia e familiares com objetos espalhados pelos cômodos.

Matéria publicada pela imprensa local, revela que ” o outro corpo encontrado no veículo já foi submetido ao teste de DNA. Entretanto, segundo o Departamento de Polícia Técnica (DPT), ainda não há data exata para o resultado do exame”.

A suspeita da polícia – que até hoje, não sabe qual a motivação, tampouco os culpados pelo crime-, é de que a outra vítima seja o também professor Jeovan Bandeira, 32 anos, que está desaparecido desde o ocorrido. Os dois docentes, que eram homossexuais e amigos, trabalhavam como professores.

Eles teriam deixado à escola onde trabalhavam juntos, pouco menos de uma hora antes do ocorrido. Na época do crime, moradores chegaram a ir às ruas em protesto.

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