8 de ago de 2018

Coligações proporcionais expõem conflitos nos principais grupos políticos da Bahia

Redação Portal Cleriston Silva PCS

Destoando do seu significado, as coligações proporcionais tanto da chapa liderada pelo governador Rui Costa (PT) quanto do demista, Zé Ronaldo (DEM) geraram conflitos e ameaças de dissidências.

Se por um lado, a briga no grupo de Rui era pela formação de três chapinhas pela maioria e a decisão se deu por um chapão; na oposição o que se queria era um chapão que resultou em três chapinhas. Nos dois casos, foi preciso a intervenção dos líderes Rui Costa e ACM Neto para acalmar os ânimos e evitar maiores problemas.

Com isso, os partidos que compõem a base de Rui Costa vão para a disputa estadual com um chapão: PT, PSB, PSD, PP, PR, PDT, PRP, PMB, Podemos, Avante e Pros, uma chapinha com o PTC e PMN, e o PCdoB saindo sozinho.

Para as coligações de deputados federais foram formadas três chapas. Uma com o PT, PSB, PSD, PCdoB, Avante, Podemos, PR, PP, a segunda com o PDT e PROS e outra com o PTC, PMN, PRP e PMB.

Enquanto isso, os partidos de apoio ao candidato José Ronaldo (DEM), na tentativa de viabilizar manutenção e ampliação das bancadas, fecharam chapinhas para as eleições proporcionais para deputados estadual e federal. O prefeito ACM Neto desejava um chapão, mas o PSC, com a decisão de coligar com poucos partidos, acabou inviabilizando-o.

Sendo assim, ficou duas chapinhas para federal: DEM-PV-PRB e PTB-SD-PSC-PPL e a do PSDB, que sairá sozinho após imbróglio com o PSC. Já para deputado estadual, o SD sai sozinho, e duas outras chapas ficaram da seguinte forma: PTB-PSC-PPL e DEM-PV-PRB e PSDB.

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